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Cancro digestivo Há cada vez mais meios de diagnóstico e tratamento

2019-01-28

Cancro digestivo Há cada vez mais meios de diagnóstico e tratamento

O cancro do tubo digestivo mata um português por hora, segundo a estimativa da Sociedade Portuguesa de Gastrenterologia, que tem registado um aumento do número de casos nos últimos anos. Mas também é um facto que há cada vez mais meios para lutar contra a doença, sobretudo quando diagnosticada em fase precoce, conforme salientou a médica gastrenterologista Marília Cravo, na Edição da Manhã da TVI, no passado dia 25 de janeiro.

Tal como todas as outras doenças oncológicas, também o cancro digestivo (cólon e reto, estômago, fígado, pâncreas e esófago) tem aumentado devido ao aumento da esperança de vida e de fatores relacionados com maus hábitos alimentares, obesidade e sedentarismo. «Mas o panorama não é todo mau, pois também é verdade que temos cada vez mais capacidade de lutar contra esta doença e de obter resultados cada vez melhores, por via de cirurgia e de radioterapia e quimioterapia, terapêuticas cada vez mais dirigidas», explicou a especialista, que é coordenadora-adjunta do Centro de Oncologia do Hospital da Luz Lisboa e diretora do Serviço de Gastrenterologia do Hospital Beatriz Ângelo (HBA).

«Mas é preciso que estejamos todos em alerta, não só a população como os médicos de família e os especialistas, pois é fundamental que o diagnóstico seja feito em fase precoce da doença. Isso muda completamente o prognóstico», acrescentou, lembrando que sintomas como súbita perda de peso, falta de apetite e mal-estar geral são sintomas que não devem ser desvalorizados. Importante é também a capacidade de resposta ao nível da assistência médica: «No HBA, trabalhamos muito com os centros de saúde de Loures e Odivelas e estabelecemos canais de referenciação», acrescentou.

Recorde-se que, por credenciação do Ministério da Saúde, o HBA é centro de referência nacional do tratamento dos cancros hepatobiliopancreático e do reto e o Hospital da Luz Lisboa é centro de referência nacional do tratamento do cancro do reto.

Veja aqui a participação de Marília Cravo na TVI

 

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