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Diabetes em Portugal mata 10 a 12 por dia

2017-11-14

Diabetes em Portugal mata 10 a 12 por dia

A Direção-Geral da Saúde escolheu o Hospital Beatriz Ângelo (HBA) para a apresentação do Relatório 2017 do seu Programa Nacional Prioritário de combate à diabetes.

No Dia Mundial da Diabetes, que se comemora todos os anos a 14 de novembro, Graça Freitas, diretora-geral de Saúde, Fernando Araújo, secretário de Estado adjunto da Saúde, e os autarcas de Loures, Bernardino Soares, e de Matosinhos, Luísa Salgueiro, além da CEO da Luz Saúde, Isabel Vaz, estiveram no HBA para participar na sessão de apresentação dos resultados de um estudo sobre a diabetes em Portugal e dos objetivos do respetivo Programa Nacional da DGS para os próximos anos.

Cristina Valadas, diretora da endocrinologia do HBA e coordenadora nacional deste programa, revelou nesta apresentação que, em média, entre dez a 12 portugueses morrem todos os dias por diabetes. A doença afeta mais de um milhão de pessoas em Portugal (cerca de 13% da população), estimando-se que 44% das pessoas com diabetes esteja ainda por diagnosticar.

Na apresentação do Relatório 2017, a coordenadora nacional disse ainda que a mortalidade causada por esta doença tem vindo a diminuir e que 2015 foi o ano com a taxa de mortalidade padronizada mais baixa: 19,4 mortos por 100 mil habitantes. O objetivo da DGS é aumentar em 30 mil o número de novos diagnósticos, até 2020, através do diagnóstico precoce, bem como diminuir a mortalidade prematura por diabetes em 5% e o desenvolvimento de diabetes em 30 mil utentes de risco.

A diabetes «é uma epidemia que tem de ser combatida de forma feroz», pois «mata mais do que a sida ou a malária», salientou Cristina Valadas, acrescentando: «Pode e deve ser combatida precocemente. Por isso, esta é uma luta que não pode ser só das autoridades de saúde, mas da sociedade em geral», defendeu.

Na mesma linha, a diretora-geral da Saúde, Graça Freitas, lembrou que a diabetes é uma «doença grave e com um grande impacto na vida dos doentes», mas que pode ser «vulnerável» se existir «um bom trabalho de prevenção». Isto enquanto o secretário de Estado, Fernando Araújo, prometeu maior investimento no combate a esta doença, nomeadamente através da disponibilização de melhores dispositivos de controlo da glicemia e de injeção de insulina para crianças e jovens com esta doença. 

Isabel Vaz, CEO da Luz Saúde – entidade que gere o Hospital Beatriz Ângelo em regime de parceria público-privada –, abriu a cerimónia agradecendo a todos os profissionais do hospital o empenho e o trabalho desenvolvido nesta área, realçando a importância da prevenção que é feita em colaboração com as instituições da comunidade. «O nosso compromisso é para com as autoridades de saúde e os responsáveis locais dos municípios, mas é sobretudo para com a população que servimos e em relação à qual, diariamente, os nossos profissionais fazem a diferença», concluiu.

 

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